quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ócio e Perda.

Na última vez que escrevi, pensei: vou atualizar o blog pelo menos uma vez por semana. Não consegui. Às vezes acho que dá errado porque eu tenho a péssima mania de deixar pra amanhã. Sim, sou daquelas de adiar tudo. O verdadeiro modelo de brasileiro que deixa tudo pros 45 do segundo tempo.


Talvez, atualmente, eu faça isso pelo excesso de tempo livre que tenho. Vivo dizendo que todo dia pra mim é sábado. Que posso fazer tudo qualquer hora, inclusive responder por coisas de casa que antes não eram obrigações. O meu ócio não tem sido produtivo.


Eu leio menos, saio menos, me divirto menos, sou menos paciente e MAIS um monte de menos. rs! Sou mais em duas coisas: comer e dormir. Ave Maria! Se não dormir oito horas por noite, passo o dia cansada e sonolenta. E visito a geladeira toda vez que vou à cozinha.

Nesse meu marasmo, não programei nada pro feriado (novamente!) prolongado. Juntei-me a Dani e locamos uns filmes pra todos esses dias de descanso (???). Eu bem queria umas vinte comédias românticas, só pra me lembrar do quanto se pode ser feliz no amor. rs! Gosto de manter a esperança... quem sabe um dia a realidade muda, né? Mas pegamos gêneros varidos. Dos cinco filmes, indico 'Os donos da noite'. Adooooooooooooorei!!!

Antes que eu pudesse ver curtir toda minha programação cama-tv, recebi a triste notícia do falecimento de Anjinho, um amigo que o Mc Donald's me deixou de presente. Ele estava internado por conta da anemia falciforme e não resistiu a duas paradas cardíacas.




Custando a acreditar, vesti a primeira roupa que achei e fui ao velório no Jardim da Saudade. É curioso rever os amigos que se espalham por aí numa situação tão ruim quanto essa mas... c'est la vie! Chorei. Chorei. Chorei. Eu olhava o rostinho pálido dele ali e senti que ainda tínhamos tanto a viver... Lembrei das palavras dele numa das fases mais doloridas da minha vida, do conforto, do carinho, dele dizendo: "Minha Anja, vai dar tudo certo", da loucura dele encima da moto, do sonho ter uma fazenda cheia de cavalos no interior de Pernambuco...

Abraçada a Marcinho, ouvi a ceromônia batista. Muito bonita, por sinal. Totalmente diferente do formato arcaico católico. Os cânticos também eram bonitos e eu nunca tinha visto pessoas cantarem, emocionadas, no velório de alguém. No finzinho, a mãe dele chegou junto ao caixão e agradeceu por ele tê-la feito muito feliz... Foi doloroso pra mim. Que eu me lembre, esse é o primeiro grande amigo que vai morar com Papai do Céu. Espero que ele está bem lá encima.

Fica a saudade. Nós dois sabemos como somos importantes e queridos um para o outro. Fica a vontade de estar mais presente na vida de todos aqueles que aprecio. De não adiar encontros, reuniões e farras. A última vez que vi Anjinho foi em dezembro de 2007.


*Fotos de um dos nossos encontros em outubro de 2006.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Tudoaomesmotempoagora.

Anos atrás fiz uma seleção pra emprego cuja dinâmica era a prioridade no caos. Foi dada uma situação hipotética em que tudo acontecia de ruim ao mesmo tempo no supermercado do qual eu (Deus me livre!) era gerente. Diante de tanta agonia, o que era mais importante? Naquela época, tirei de letra e fui promovida ao cargo aspirado por muitos dos meus colegas.

Hoje vivo isso na realidade. Tudo acontece ao mesmo tempo. Tudo é importante, mas nem tudo é prioridade. Minhas resoluções pessoais acontecem simultaneamente a outros acontecimentos importantes na minha vida e na daqueles que amo muito: a espera de um emprego, a ansiedade de resolver logo a vida, a chegada da cirurgia de João Pedro, a vontade de ter uma relação normal, de manter firme minha postura, a necessidade de ajudar amigos e os nem tão amigos assim, etc, etc e etc...

O que priorizar? O que pode passar na frente de tudo isso? Estou sendo egoísta em viver só meus problemas e deixar as sobras de tempo pros outros? E na minha auto-análise (habitual rs!) encontro dois caminhos.

Sim. É egoísmo pensar só em você mesmo quando por uma grande parte do tempo você se colocou em terceiro lugar. Sei que existem pessoas e situações em minha presença ou palavra é necessária. Ana Pê me lembrou outro dia de que "somos eternamente responsáveis pelo que cativamos". Se eu sempre me fiz presente, vão esperar sempre isso de mim porque é a postura que eu assumi, a bandeira que levantei.

Não. Ainda parafraseando a mulher morena (rs!), o meu egoísmo é necessário. Não é daqueles de maldade. Preciso focar menos no outro porque a vida tem cobrado mais de mim: mais firmeza, mais decisão, mais iniciativa e, principalmente, mais atitude. Preciso dizer a que vim, o que realmente gosto, o que detesto e o que me faz feliz. E pra chegar nessa conclusão, preciso vivenciar coisas, saborear emoções pra descobrir meu paladar que, por ora, é mais ácido e analítico.

Não tenho aceitado fácil as coisas que chegam pra mim. Não tenho engolido meias histórias, meias verdades. Quero tudo por inteiro. Amigos. Namorado. Família. Felicidade. Quero participar ativamente das relações, quero existir dos dois lados. Quero ser amiga e saber que tenho amigos, quero ser namorada de quem pode e quer me namorar, quero ser filha e ter colo e carinho de mãe. Chega de doação!! Meu egoísmo necessário pede retorno. Minha carência pede demonstrações do lado de lá.



Me dá licença que eu quero passar.
"A gente não quer só dinheiro. A gente quer dinheiro e felicidade. A gente não quer só dinheiro. A gente quer inteiro e não pela metade..."
Titãs - Comida

segunda-feira, 31 de março de 2008

Quando o passado visita o presente...



Someday We'll Know - New Radicals

90 miles outside Chicago
Can't stop driving
I don't know why
So many questions
I need an answer
Two years later you're still on my mind
What even happened to Amelie Earhart?
Who holds the stars up in the sky?
Is true love just once in a lifetime?
Did the captain of the Titanic cry?


Someday we'll know
If love can move a mountain
Someday we'll know
Why the sky is blue
Someday we'll know
Why I wasn't meant for you

Does anybody know the way to Atlantis
Or what the wind says when she cries
I'm speeding by the place that I met you
For the 97th time..... tonight

Someday we'll know
Why Samson loved Delilah
One day I'll go
Dancing on the moon
Someday you'll know
That I was the one for you
(yeah yeah yeah yeah)

I bought a ticket to the end of the rainbow
I watched the stars crash in the sea
If I could ask God just one question
Why aren't you here with me....tonight

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mudaram as estações...

Eu sempre fui daquelas que vez ou outra ouvia: "Pense mais em você". Era quase que um conselho unânime. Dos amigos chegados, dos novos, da família e até de alguns paqueras. Por anos a fio, fazer as pessoas ao meu redor felizes era o meu foco. Às vezes eu conseguia fazer isso sem sofrer, às vezes não.




O ponto é que se eu sofresse mas o outro estivesse bem, maravilha! Mas eu passei a perceber que era uma sofrimento mútuo. Eu me anulava de um lado e era cobrado por outro. Criei uma rotina viciosa pras pessoas do meu ciclo em que eu tinha os bons conselhos, era boa ouvinte e exímia engolidora de sapos.



Cansei!!! Antes que surjam questionamentos, nada disso aqui vale pra uma pessoa somente. É geral. Eu tenho sido, sim, menos tolerante e mais egoísta. Não virei a bruxa má, mas estou longe de ser a princesa tapada. Tenho plena consciência do impacto que isso causa em pessoas que amo muito, mas não dá pra ser diferente. Eu tenho sede!!



Sede de ser feliz, de fazer o que gosto, de curtir mais e me sacrificar menos, de ser mais tranquila, menos séria, mais compreensiva e, principalmente, mais decidida. Se antes eu era capaz de fazer algo só pra agradar alguém, hoje não sou mais. Talvez, assumo, eu ainda não tenha encontrado o melhor jeito de fazer isso, mas eu chego lá. Dizer "não" sempre foi difícil e as coisas não mudam de uma hora pra outra.



"Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar": dizia o barão de Itararé.




Se por um lado, mudanças são bem-vindas e necessárias; por outro, há de se ter força pra segurar as perdas e se manter firme. Não quero, nem de longe, afastar pessoas, desfazer laços ou isolar-me do mundo que tanto me quis diferente. Quero apenas ser capaz de aceitar e negar convites, concordar e discordar de argumentos, estar só e acompanhada por opção, ser eu: Mariana.


Mariana numa coisa só. Nem Maria, nem Ana. Nem só de acertos, nem só de erros. Nem doce, nem azeda. A Mariana tênue, a que não será demasiada em nada. Estou jogando fora os excessos que me incomodam, as ervas daninhas que insistem em vingar no meu jardim. É fato que vou manter minha essência. Continuo fazendo questão dos meus amigos, das minhas músicas, da minha rotina, do meu mundo bagunçado. Ainda vou querer ouvir cada coisa que vocês tenham a me dizer, com uma diferença: eu escolho como, quando e onde.




Muito prazer!

quarta-feira, 12 de março de 2008

O dia em que minha cabeça não parou...

Mais uma promessa não cumprida no ano que mal começou ( mas que já é agitado pra mim): não voltei em fevereiro pra contar do meu aniversário. E, novamente, sinto que não o fiz por preferir prorrogar a organização dos fatos.

Logo que cheguei do Open, procurei escolher um dia e local que fossem do agrado da maioria dos meus amigos. Talvez seja meu primeiro erro: pensar demais nos outros. Foi difícil mas consegui. 23 de fevereio, às 20:00h no Tijuana Mexican Bar do Itaigara.

Por ser sábado, o bar não fazia reservas e eu teria de chegar cedo. Eu, que penso demais, fui salva pela carona de Bia pois nem tinha decido como ir... Atrasada, sem reservas, fui também salva pela galera do Open e por Marta, Paulinha, Cel e Mandoca que foram mais pontuais e seguraram umas mesinhas!!! Valeu, minhas queridas!!

Acomodação resolvida, passamos a degustação etilica do cardápio! A idéia das meninas era de beber todos os drinks e bicando aqui e acolá, fui me divertindo, rindo e relaxando! Não tardou a começar a sessão de fotos e mais diversão com ela! Cel, como sempre, extraindo os melhores clicks!

Fiquei muito feliz em ter meus grandes e velhos amigos ali comigo. Dos novos, espero que seja o primeiro de muitos encontros por aí, né Serginho??? Coitado dele! Caiu de pára-quedas numa fogueira, né?

Vou explicar... Entre um nacho e outro, uma noite que estava pra lá de divertida ficou tensa. Alguem chegava pra nos por à prova. Nervosismo. Choro. Agonia. Nesse ponto percebi a fragilidade das relações que nos envolve.

Foi nos olhos de Sérgio (valeu, Paulistinha!) que encontrei a calma. Querendo me fazer entendida, eu implorava que ele entendesse minhas razões, queria justificar tudo quando ele disse:
- Mari, ninguém está errado. Cada um está brigando pelo seu espaço.
Não queria julgar os merecimentos, os erros e acertos de ninguém. Eu só queria ser compreendida. E fui. Pelos que, realmente me conhecem e importam pra mim.

Ainda sob efeito do alcool, conseguimos passar pelo encontro sem machucados maiores que os já existentes. Eu diria que foi necessário e, láaaaaaaa no fundo, proveitoso. A oportunidade que faltava pra firmar os pilares de muitas relações futuras e implodir o que já estava desmoronando.

Quero agradecer aos protagonistas do episódio em que fiz as MINHAS escolhas:

À Ana Pê o meu obrigada de coração: por entender minhas razões e, principalmente, por fazer questão de me deixar falar, contar os meus porquês.

À Cel, que me possibilitou ser mais firme, ainda que isso não seja tão positivo assim pra ela.

À Martina, que sempre me impulsiona a pensar em mim e aperta a minha mão dizendo: tô com você!!

À Sérgio que, diretamente de Sampa, veio participar de uma etapa conclusiva na nossa vida, né Ana? Espero que a gente tenha compensado o chororô nos dias que se seguiram! rs!

E que venham os próximos capítulos...



Ana Pê, eu e nosso ilustre visitante: Sérrrgiô!

Eu e Cel - A Pimenta!

Marida, eu e Pezita!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Versão estendida!!!

Meu Deus!!! Meu primeiro post de fevereiro! Que absurdo!!! Tantas coisas acontecendo e eu com preguiça de vir aqui. rs! Juro!!! Preguiça de logar, de organizar as idéias e, principalmente, de repensar nos fatos desse mês que deve ser pior que agosto deste ano! Hahahahahahhaahhahaa!

Por ordem cronológica, em primeiro lugar, o carnaval (o post vai ser longo...). Não fosse minha lerdeza de praxe, teria comprado um camarotezinho pra curtir (mais!) com as meninas. É incrível como nunca consigo me programar pro carnaval; durante o ano é tão distante que vou deixando pra resolver depois e quando o depois chega eu estou sem grana, sem galera e sem tempo pra escolher como curtir.

Aí já viu, né?? Me resta PIPOCAR!!!! E foi maravilhoso! rs! Encontrei o ex-amor com o amor de sempre, os amigos de Santaluz, da faculdade, da vida; dancei, pulei, cantei, suei e voltei morgada pra casa! Saldo: POSITIVO!!

Depois da festa de Momo, arrumei minha mala e fui pra Costa do Sauípe trabalhar no Receptivo do Brasil Open. O trabalho era de dez dias e meu aniversário cairia justo nesse período! Fui cheia de dedos porque gosto de estar em casa no meu dia. Adoro ganhar abraços, ser acordada cedinho com carinhos (valeu Tici!!) e ser dengada por meio mundo da minha gente. Procurando não pensar muito nisso, me juntei a Ana Pê e Bruno, que já conheciam o trabalho, pra suavizar minhas incertezas.

O trabalho era cansativo. Exaustivo, eu diria. Embora tenhamos ficado numa pousada bacana, com piscina e acesso à praia, às vezes a gente só conseguia dormir. Colocávamos o celular pra despertar, levantávamos, íamos tomar café e depois... CAMA!!!! Só mais pro final do campeonato, quando havia menos jogos é que pudemos relaxar, curtir o sol e fazer um churrasquinho!



Uma coisa boa foi aprender sobre o tênis. Fiquei zuando os meninos dizendo que só me faltava uma raquete. Rs! Eu entrei sem saber pra onde ia, quais as regras, as marcações de pontos, o placar (que era super confuso e nem ajudava a gente! rs!) e sai quase uma Kuerten ( nos bons tempos, óbvio!).


A galera era legal, mas como todo grande grupo, as panelas acabam se formando... Inevitável!! No meu quarto, além de Ana Pê (claro e eu desgrudo dela? rs!), outra Paula; que deixava a gente chamá-la de Paulette (viu Paulinha!! hahaha), mas que era Paulão pra todo mundo! Um absurdo de mulher! Hahahahahhaahhahaahahahhaha! Ocupávamos o mesmo posto, era um contraste cômico!!





Pude conversar e conhecer pessoas bacanas como Veruska, Sandro, Gabi, Sandra, Carol, Nanda's, Silvam e Liu, Paloma, Igor, Luise, Sergio... Vixe! Muita gente! Quanta risada, viu?? Os pagodes, a cantoria afinada de Silvam e Bruno, o corre-corre pra estar pronto na hora marcada, a disputa pelas cervejas... Parece que foi ontem!!!


No quinta dia, o meu dia!! Começamos a comemoração na terça-feira, assim que chegamos na pousada: cerveja, música e parabéns pra mim à meia-noite! Fui dormir de coração apertado... Tici me liga umas 06:30 da manhã e como acordei cedo, me mandei pra praia sozinha! O mar era meu, só meu. Yemanjá ouviu todos meus pedidos e Papai do Céu também. Vamos esperar o que acontece nesse ano que, pra mim, só começa agora.




Recebi os abraços, felicitações e carinhos dos colegas e dos únicos amigos presentes: Ana Pê e Brunam. Morrendo de vontade de estar em casa, fui tentando atender as ligações às escondidas porquê não se fala no celular durante o trabalho, né? rs! Eu estava tão escondida que Antônio pensou que eu estava no motel. Pode???? E eu querendo rir sem poder... Hahhaahahahahahahahahahahahah! Ai ai... nem pra ser verdade! Na volta pra casa, parabéns no ônibus e mais abraços!

E desse jeitinho atípico, que nem sei dizer se é bom ou ruim, passou! Passou meu niver, passou o Open e eu, finalmente, desembarquei no meu quarto. Cansada, feliz e saudosa do meu mundo e do meu espaço. Se bem que eu seria mais feliz se meu quarto tivesse aquele ar-condicionado da pousada! Dormir era uma benção, hein Pê?

Ainda tô meio fora de órbita com os horários, com meu sono e minha fome (ah, o café da manhã da pousada.... rs!)... Já adicionei um monte dos novos amigos no orkut, no msn e a rotina de desempregada já começa a imperar. Mas isso, tenho certeza, mudará em breve!!!!


Ainda tenho de contar da comemoração oficial do meu niver (o mais longo de todos os tempos) aqui em Salvador, mas isso é assunto pra outro post!!!

Ainda esse mês eu volto!! Beijo pra quem é de beijo!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Hoje aqui, amanhã lá!!!


Esses dias têm sido de correria pura! Tô de babá de João Pedro, secretária do meu lar, conselheira sentimental virtual, cão-guia de amiga, consultora de designer e mais um zilhão de tarefas que apareceram... Mas, acreditem, ainda desempregada! rs! Esse é um ponto que se resolverá em breve. Tô sentindo isso... E estou "movimentando o universo" pra que apareça logo algo que me realize, que me complete!!


Esse tal de inferno astral tem sido dolorido e proveitoso, tipo azedinho doce, sabe? Tem toda aquela coisa do choro, da hipersensibilidade, das dúvidas mas também o lance das novas possibilidades, das mudanças necessárias, dos ajustes e por que não (?), da FELICIDADE!!! Sinais da calmaria chegando???? Tomara!!!!


Bom, mas vim aqui pra contar que vou me ausentar por uns dias. É. Não só por causa do carnaval, que pretendo curtir, dançar e rir aos montes... Viajo logo em seguida e passo 10 dias fora.
Parte boa? Mudar de ares, conhecer pessoas, rir, descansar...
Parte ruim? Passar meu aniversário longe das pessoas que amo...
Adoooooooooooro comemorar meu dia!!!! Assim que voltar, quero reunir todo mundo, viu???



Na mala levo biquinis, protetor solar, um livro, mil vontades e minhas borboletas que são os seres mágicos que me acompanham, me protegem e me fazem feliz e serelepe. Rs!






Bom carnaval pra todo mundo!
Vejo vocês na volta!