terça-feira, 11 de novembro de 2008

Dever de casa desse mês...





... depois da TPM! Hahahhahahahahahahahahahahah!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

A maré está pra peixe!!!


Bem que Zizi Possi diz: "Fique feliz, na boa, e tudo vem!". Desde que voltei de viagem, tenho vivido dias felizes. E, sobretudo, proveitosos. Claro, há a saudade do meu bebê e do meu magrelo. Ainda não sabemos quando terão alta. Afora esse pequeno porém, tenho procurado relevar rusgas e as pedras que aparecem no meu caminho.

Acho que isso tem acontecido principalmente porque voltei pra Salvador decidida. Sim ou Não. Cá ou lá. Agora ou nunca. Sem meios termos. De posse das minhas escolhas, lá fui eu batalhar pra atingir minhas metas.

Fiz um faxinaço no meu quarto. Joguei fora de papel à porta-retrato. Mudei a cama de lugar. Pus fotos novas no meu mural. Separei roupas que já não uso. Sensação de recomeço. Meu bem-estar é diretamente proporcional a arrumação do meu quarto! rs!

Já mais leve, tratei de arranjar um emprego. Revi meu currículo, atualizei e passei a ficar no pé de Dani pra que ela consultasse as vagas pra minha área todo dia. Tadinha dela! rs!

Enquanto o emprego não vinha, organizei a 2ª Edição do Brincadeira de Meninas - O bazar! Contem com a ajuda das minhas powerful Girls: Ana Pê e Dani. Colocamos cartazes no condomínio, convidamos parceiros, amigos, clientes e enfim... armamos nosso circo no play do prédio. Apesar de cansativo, foi legal! Tenho de agradecer às minhas super-friends, claro. O apoio delas é fundamental para o meu sucesso!!!

Ana Pê. Meu braço direito e esquerdo!Dani. A convocadora oficial do meu bazar! rs!


P.S.1: Esse é o rascunho que eu havia começado a escrever em 24/09. Não deu tempo de finalizar... vou contar o porquê:

Nessa mesma semana, fui convidada a fazer uma seleção na Atento. O processo foi tão rápido que já estou contratada desde o dia 02/10. Iuuuuuuuuuuupi! Como é bom voltar a trabalhar!!! Vixe! Ter de volta a sensação de que se pode fazer planos a médio prazo, criar uma lista de compras das minhas necessidades, estar fora de casa, ser útil... ser responsável!!!

Eu acredito muito que a energia que a gente emana é o imã do que a gente atrai. Conseguir um novo (não tão novo assim, é verdade...) emprego só me prova que eu estou certa. Eu já sabia que algo bom chegaria pra mim. Que minha independência financeira me traga ainda mais calmaria e felicidade! Às vezes acho que era só isso que faltava pra completar meu novo look. Assim que eu receber o primeiro salário, volto aqui pra contar! Hahahahahahahahahahahahaahahahahahah!

Por conta do trabalho, vai ficar mais difícil postar como eu gostaria... Quem sabe tendo menos tempo eu procure escrever mais? Vamos pra frente, né?


Beijos renovados! Em todos!


















P.S.2: Acabo de me lembrar... não faltava só o money não, gente! Ainda falta um boyfriend!!! Chega logo, amooooooooooooooooooooooooooooooor! hahahahahahahahahahahahahahahahaha!

domingo, 7 de setembro de 2008

Dia de sol, festa de luz...

Aaaaaaaaaah... Setembro! Esse é o mês em que nós, soteropolitanos, saímos do casulo. Salvador volta a ter dias cheios de sol e cor. A gente volta a incluir a praia nas programações de fim de semana e começa a reparar em como a pele da gente está desbotada. "Meu Deus, tô amarela!!". Começamos a fazer planos pra chegada do verão (embora venha a primavera antes), reparando TAMBÉM, que é hora de entrar na academia pra melhorar a forma. "Meu Deus, tô gorda!!"rs!

É... a gente diz que Salvador não tem inverno, mas quando a chuva chega, a gente muda de rotina. Troca a orla pela videolocadora, as tardes de caranguejo por passeios no shopping; a movimentação da rua pela tranquilidade e aconchego da casa. Claro que não é algo imediato. As mudanças ocorrem gradativamente com o passar dos dias cinzas e chuvosos, assim como os quilinhos a mais se instalam onde não devem. rs! A gente só se dá conta quando esquenta.

Na versão cor fria. Cara pálida!!! rs!

Viver numa cidade litorânea nos transforma em seres do calor. A energia que a gente emana é outra! É como se o sol nos permitisse irradiar calor e felicidade. Uma prova disso é que hoje, domingo, dia de sol, não há um pé de gente aqui em casa, nem nas ruas do condomínio. Meus pais saíram com amigos, Dan e Rafa na praia e Gabriel jogando videogame com os amigos aqui no prédio. Aposto que muita gente resolveu fazer programas ensolarados: praia, churrasco, cerveja com os amigos. Acho isso o máximo! Adoro!


Em dias quentes assim, me imagino saindo pelas ruas no meu carro (em breve, porque ainda não dirijo. rs!), ouvindo música nas alturas, passeando pela orla, vendo as pessoas se divertirem e encontrando amigos pelo caminho. Até consigo ouvir o som da minha risada. Em dias assim, tomar banho gelado é uma delícia e eu passo mais de meia hora no chuveiro cantando! Em dias assim, é bom estar em qualquer lugar. E até eu que não gosto de fazer nada sozinha, me divirto.


Na versão cor quente! O bronze do verão! rs!

Não sei se acontece com todo mundo, mas setembro é o mês em que crio fôlego, em que me dá ânimo pra tocar a vida até o final do ano, que é um outro momento de mais fôlego e renovação. É como se pudesse ter mais energia e pique. Como se, num passe de mágica, eu fosse outra pessoa. As meninas vão até estranhar porque sabem que eu não botei a cara na rua durante todo esse fim de semana e venho aqui no meio do domingo falar de pique, de energia! rs! Mas é sério!!!! E elas sabem qual o real motivo da minha clausura, né?

É isso... As flores estão chegando. Tomara que ela nos traga dias perfumados e doces!!!!


Um beijo caloroso!!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Agosto... mês cheio de gosto!!!


Enfim... em casa. Cheguei em Salvador no domingo, 24/08, mas precisei de uma semana só pra mim. Curtir o meu sono, meu quarto, o aconchego das minhas coisas e do meu mundo. Estava com saudades. Embora muitos dos meus amigos saibam, o motivo da minha viagem nunca foi comentado aqui no blog. Eu, que sempre conversei sobre o fato com todos, tive medo de publicar algo aqui. Penso que postar no blog é eternizar as sensações e tendo-as só em mim é mais fácil administrar...

Pois bem... fui a Curitiba/PR acompanhar João Pedro, meu sobrinho de 9 meses, que iria passar por um transplante de medula óssea. Ele é portador da síndrome de Wiskott-Aldrich e desde que nasceu sabíamos ser necessário o transplante para salvá-lo. Para mim, o problema maior nem era o transplante em si; mas ter um doador 100% compatível é como achar agulha no palheiro: as chances são de uma compatibilidade para cada cem mil casos!!!!


Farra em Curitiba! Em casa e na rua! rs!

Ficamos surpresos ao saber que João já tinha um doador e que o transplante aconteceria em agosto. A priori, ele seria transplantado ao completar um ano. Por um lado, vibramos por ter achado um doador tão rápido (tem pessoas na fila há mais de seis anos); por outro, o coração apertou por saber que ele, tão pequeno, passaria por sessões de quimioterapia, inserção de cateter, etc; além de ter de ficar em Curitiba por seis meses.


Com o coração dividido, começamos a cuidar dos trâmites da viagem. Ficou acertado que iriam minha cunhada, a mãe dela e as duas crianças: Luquinhas e João. Já próximo do dia do embarque, nem me lembro mais o motivo, a avó das crianças não podia ir e eu tive que substituí-la. Juro que não queria ir, mesmo sabendo da minha responsabilidade como madrinha de João. Não há como não pensar no pior. Na minha cabeça só vinha um pensamento: " Meu Deus, se não der certo, como digo à minha mãe?"


Vencendo minhas próprias barreiras, embarquei dia 20/07, deixando minha família e um time de super-amigos torcendo pelo baby (tenho absoluta certeza disso!!!). Ficamos numa pousada próxima ao Hospital de Clínicas da UFPR, mas com a ajuda do serviço social, achamos uma casa toda mobilidada pra alugar, que também ficava perto. Os meninos passaram por uma bateria de exames. Luquinhas estava fazendo a revisão do seu transplante, que foi realizado há quatro anos e João seguia os procedimentos para internação.


Na terça, 29/07, João fazia dez meses e era internado. Assim, eu e Tscilla estabelecemos uma rotina de revezamento: tinha Luquinhas em casa e João no hospital. A primeira semana foi difícil. Era só uma enfermeira ou médico entrar no quarto que João chorava e esticava as mãozinhas pedindo colo. Como as veias dele sempre foram difíceis de serem encontradas, tirar sangue foi um sofrimento. Foi duro ver o meu bebê com uma sonda no nariz e um cateter no peito. Saí chorando do hospital algumas vezes.


Com o passar dos dias, o próprio João foi se acostumando (e se afeiçoando) à equipe médica e aos voluntários. Preciso, inclusive, citar o quão essas pessoas são preocupadas com os pacientes. Tudo no hospital é feito pra minimizar o desconforto de se estar internado. No quarto de João Pedro não faltava nada. Dos brinquedos ao cardápio, que era preparado como fazíamos em casa. Das fraldas ao carrinho de bebê para passear no corredor. E uma caixa de máscaras só pra ele!!! O cuidado é tão grande que eles aferem temperatura e pressão a cada duas horas, como também pesam as fraldas pra avaliar diurese e fezes. Toda manhã colhiam sangue para avaliar as taxas dele.


João passou pela quimioterapia sem grandes complicações. Pouco teve febre, vômito ou diarréia. Estava na maioria dos dias elétrico, brincalhão e sorridente. Às vezes, ele só queria ficar no colo e dormíamos juntos a manhã inteira! rs! Noutras, ele ficava no berço rodeado de brinquedos até cansar! Quando as enfermeiras deixavam Luquinhas entrar então... era festa no quarto!


O dia do transplante foi uma data histórica:08/08/2008. Abertura das Olimpiadas de Pequim. Para os chineses, dia de sorte. Para João, nova data de nascimento. Todos em casa tensos, preocupados, agoniados. E o transplante nada mais é do que uma bolsa de sangue infundida pelo cateter! rs! Sim... pq acho que todo mundo pensava numa intervençao cirúrgica, em algo complicado, né? Nada disso!!! A enfermeira chega no quarto e diz: "- João, sua nova medulinha!!" Instala e espera trasncorrer. Pronto. João é uma criança transplantada. O dia do transplante é considerado o dia zero. Cada novo dia é considerado dia +1, + 2, +3, ...


O diaD. Tia Ruth colocando a nova medula. Tia Alzira e Tia Cris na torcida!!

Partindo do Dia Zero, temos de esperar as taxas dele se normalizarem, uma vez que elas zeram durante o tratamento. O prazo para que o organismo aceite a medula é de, no mínimo, 15 dias. É uma fase de total atenção pois o nível de imunidade é baixíssimo. Tudo é passado no alcool antes de ser entregue a João. Cada pecinha de brinquedo que cai tem de ser lavada no álcool. O quarto é desinfetado duas vezes ao dia para garantir o ambiente limpo.


Os médicos sempre foram otimistas com o quadro de João. As taxas dele sobem a cada dia. Ele, por ser bebê, é o queridinho do andar. Às vezes, passa a tarde no colo das enfermeiras ou bagunçando no corredor. Mas sempre de máscara!!! A porta do quarto dele sempre fica aberta. E sempre que vê alguém passar, ele grita e aponta! Dá tudo pra estar na "rua"!!! rs! Engana-se quem pensa que ele é quietinho ou está molinho, ele não pára quieto um segundo!!


E eu, que fui pra passar uma semana, fiquei um mês. Curitiba é uma cidade linda! Limpa, organizada e... FRIA! Nem vou contar a quantidade de roupas que vestíamos. rs! Sempre que eu falava que era da Bahia, vinha algo do tipo... "- Tá com frio, baiana???". Não... 'magina!!! hahaahahahahahahahah! Eu já estava tão habituada que nem sabia se queria voltar pra casa. Queria mesmo era ficar com João.


Sim... João teve alta do hospital dia 28/08, mas ainda retorna todas as manhãs pra tomar medicação. Continuamos torcendo pra que ele volte logo pra casa!!! Dia 29/08 a equipe do andar fez uma festinha pra comemorar os onze meses dele. Com direito a bolo, chapeuzinho, muitas bolas e guloseimas deliciosas (eu acho, porque não comi. rs!).


A festinha de 11 meses de João, mas quem apagou a vela foi Luquinhas! rs!


Avaliando tudo, sei o quanto foi gratificante ter ido. Nada do que eu conte vai descrever realmente o que senti e o que vi. Quando eu achava que não ia aguentar, vinha um torpedo carinhoso e animador; uma ligação inesperada e calorosa: a certeza de que eu tinha com quem contar. Hoje tenho um outro olhar sobre as pessoas, sobre carinho, desprendimento e amor ao próximo. E espero que eu consiga ser uma pessoa melhor.



Obrigada a todos que torceram, que rezaram e vibraram positivamente.
A ajuda e suporte de vocês, amigos, foi fundamental para mim!!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Podem se preparar...!!!

"Pode ir armando o coreto
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando.

Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando.

Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando.

Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de florQue eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando.

Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando.

Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltandoDá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando.

Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!"




Tô voltando pra minha cidade, minha casa, meu mundo, meus queridos, meus amores e MINHA NADA MOLE VIDA!!!!!

Ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

sábado, 26 de julho de 2008

Breve notícia!

Tô sem tempo pra postar, vocês sabem! Vim aqui dizer que o blog não está abandonado.
Assim que eu voltar de viagem, sim estou viajando (cês nem sabiam, né? rs!), conto tudo!
Por ora, é isso!

Saudades!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

E sei... mas há controvérsias.

Dia dos Namorados. Impossível não pensar sobre isso em 12 de junho. Tá, pode ser forçação de barra da mídia, mais uma data comercial inventada pra gerar receita, mais um dia apelativo no nosso calendário; mas é impossível não pensar. Os amigos acompanhados ligam e pedem sugestões de lugar, as amigas solteiras programam aquele reggae; afora isso, chovem frases bonitinhas, românticas e... por que não? Engraçadas!!

"O dia é dos namorados mas a noite é dos solteiros"
(frase do msn de alguém...)

E eu começo a me questionar o porquê de estar sozinha. Tenho amigos que me julgam extremamente seletiva e outros acham que sou boa demais ( gostosa não, meu povo!rs!) pra aceitar qualquer coisa. O que eu acho? Er... hum... Boa pergunta!!!

Minha Tia Soraia tem uma teoria:

Soraia:
hahahahahahahaha você não faz o estilo "sou pra casar"" é muito estilosa e dinâmica
Mari:

isso quer dizer que vou ser solteirona? não posso ser dinâmica e ter meu par? ai, senhor!!
Soraia:

assusta os homens ou só atrai aqueles que querem ficar solteiros pro resto da vida

Sinceramente acho difícil responder essa pergunta porque eu mesma me vejo num emaranhado de questões. Quem vai responder é a minha carência ou a minha postura de mulher independente?

É... Digo isso porque toda mulher carente se deixa envolver por palavras e sensações que não fariam efeito se ela estivesse em dias com o amor. Quem nunca ouviu: "é a carência, amiga" que atire a primeira pedra (mas não jogue em mim porque essa frase soa habitual aos meus ouvidos). Na contra mão, a mulher independente aceita o bom e velho sexo casual, não é chegada a perguntas e sabe que o cara diz coisas legais só pra manter a relação interessante mas ela prefere não acreditar numa vírgula do que o sujeito diz.

"Mas o AMOR pode chegar, iluminar e colorir..."
(Natiruts)

E onde está Wally*? Ali. No meio disso tudo. Carente, é verdade. Independente, também. Mas consciente duas verdades: "gestos valem mais que palavras" e "quem quer faz acontecer". Creio que o X da minha questão more aí: eu não me deixo enganar. Sei até onde vai a minha carência e o meu senso de verdade. Acredito nas pessoas. Sempre. Mas há momentos em que a gente não se dá conta de que dizemos frases intensas e somos superficiais.

Por isso opto por seguir firme com minha consciência e... esperança (Santo Antônio, me ajuda! rs!). Eu não estou sozinha por opção mas vou ficar assim até achar que deva. Eu sei que eu sou uma pessoa legal (tenho trocentos defeitos) mas sei que mereço alguém bacana. Que esse alguém chegue logo, prove a minha tia que ela está errada (rs!) e dê sentido real às palavras que vou ouvir!














*Wally aqui.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Além do que se lê.


Ontem fiz a prova do concurso da Petrobrás. Considerando Salvador um ovo, pense no que é fazer um concurso público divido por área. Você encontra TODOS os seus colegas de faculdade e profissão (?). É bom rever os colegas, retomar os papos do banco do campus, saber no que deu a vida de cada um... Se bem que, a tirar pelo número de amigos que encontrei, todos querem realizar o sonho de um emprego estável e bem remunerado. rs!

Parei pra falar com tanta gente que fui uma das últimas a entrar na sala, mesmo tendo chegado bem cedo ao colégio. Sim, cheguei cedo e tomei aqueeeeeeela chuva! rs! Mas pra ter um bom salário, tomar chuva é o mínimo, né?

Já na sala, assim que pude iniciar a prova, como de hábito, li logo o texto. Eu sempre passo o olho na prova toda, vou marcando o que tenho quase certeza e pulando as que preciso pensar. Mas dessa vez, o texto me conquistou. Gostei tanto que cacei e vou colocá-lo aqui. Cheguei a comentar com Tici que senti como se fosse um recado. Ela sentiu o mesmo.

Acho que o texto sacudiu todos aqueles que, como a gente, se cansaram dos meios termos. Talvez esse seja o ano em que sou mais intensa. E talvez vocês já tenham cansado de ler isso, mas é uma constatação que me diz muito. Espero que vocês gostem:


[ Tempo de Escolher por Tom Coelho]

“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
(Albert Schweitzer)



Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas por fazer, mas não conseguem abraçar a tudo.

Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um caminho: escolher”.

Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão específica e irrevogável tem que ser tomada apenas porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos quinze anos, outras, aos cinqüenta. Algumas talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência.

Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo ao muito duvidoso. Assim, uma companhia que lhe oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a uma dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.

Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci que dizia: “A sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse o contrário. Porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.

Todavia, é indiscutível importância alinhar o prazer às nossas aptidões. Encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós ao que chamamos vocação. Oriunda do latim vocatione, e traduzida literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade. Uma voz imaginária que soa latente, capaz de fazer advogados virarem músicos, engenheiros virarem suco. É um lugar no tempo e no espaço onde a felicidade tem sua morada.

Escolhas são feitas com base em nossas preferências. E aí torno a recorrer à etimologia das palavras para descobrir que o verbo “preferir” vem do latim praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre-arbítrio.

O mundo corporativo nos reserva muitas armadilhas. Trocar de empresa ou mudar de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando: “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar comigo o benefício desta dúvida. Por isso, opto por assumir riscos, evidentemente calculados, e seguir adiante. Dizem que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das conseqüências...

Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas é um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.

Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não lhe valorizam, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”. Meias-palavras, meias-verdades, mentiras inteiras, meio caminho para o fim.

Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta:


“Ele viveu com paixão?”

Qual seria a resposta para você?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Hoje aqui, amanhã não se sabe...

Se numa semana eu não tenho nada a fazer, na outra todas minhas horas são preenchidas. Às vezes penso que esse é o barato da vida. Um dia cinza, outro colorido.

Nos dias nublados, lá estava eu acompanhando João Pedro no hospital. Ele tem intolerância a lactose e algumas vezes apresenta sangramento nas fezes; quando isso acontece precisamos interná-lo. Nessas duas últimas semanas, passamos longos dias no quartinho apertado e desconfortável no Hospital Salvador. Graças à Deus, agora ele está bem. Danado como sempre! rs!

Nos dias coloridos, tenho lido e estudado muito, aproveitado meu tempo maior de sono, ido com mais frequência à casa de minha tia comer coisas gostosas com Jô (e engordar tb!!!), tenho visto bosn filmes com Dani e sentido muito, mas muito a falta de Ana Pê por aqui... Vooooooooooolta, Miguxa!!!

São nesses dias cheios de tons que descubro que posso ser feliz com pouco, que tenho amigos maravilhosos, complicados mas, FIÉIS e uma família pra lá de maluca! rs! Me falta ainda dinheiro pra fazer tudo que gostaria: encher João Pedro de mimos, pegar um cineminha de vez em quando e estar mais na rua que em casa. Todo mundo sabe a minha preferência, né? rs! Rua sempre!

Enquanto minha alforria não chega, vou redescobrindo os encantos do meu quarto, a maciez da minha cama (rs!), o prazer de passar um dia inteiro lendo e fazendo o que eu QUERO FAZER. Nada de tarefas programadas. Sim, tem momentos em que quero adiar tudo pra amanhã, que a preguiça é maior que qualquer vontade aí.... às vezes me entrego! Outras não!!!! Me obrigo a levantar e sacodir a poeira. Afinal, esse não é o processo de quem quer dar a volta por cima???

João Pedro, minha maior delícia!

Dani e Jô: filmes, comida gostosa e muita risada!!!

Ana Pê, minha amiga fujona!!! Volteeeeeeeeee!

sábado, 17 de maio de 2008

A AMADA de Jorge.


Aqui na Bahia, em qualquer esquina há um traço da literatura de Jorge, em cada rua há dois ou três personagens de Jorge, o AMADO por todos.
O amado Jorge correu o mundo e numa dessas corridas conheceu [já ouvi dizer que foram apresentados por Dorival Caymmi] a fotográfa e escritora ZÉLIA, paulistana, com sobrenome GATTAI, de tradição italiana, apaixonou-se pelo baiano AMADO.
Tornou-se a AMADA de Jorge. Frutificaram em literatura, artes, amigos, filhos, momentos felizes, grandiosos e eternos [ñ poderia ser diferente para um homem que carrega no nome o AMOR].


Em 2001 as cinzas de Jorge foram espalhadas no jardim da casa do Rio Vermelho e a sua AMADA então escreveu as memórias dessa vida. A doce vida ao lado do seu amado Jorge. Hoje, Zélia Gattai deitará ao teu lado, que a eternidade seja cúmplice desse lindo amor AMADO.










*Conheci Zélia Gattai quando li "Crônica de uma namorada". Pra mim ela é um exemplo de que inteligência nada ver a ver com a arrogância ou altivez.
Tenho certeza de que Jorge já não aguentava mais ficar lá encima sem ela.





** Texto escrito por Guto Chaves e revisado por mim, claro. Rs!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Estudando.... muito!!!!


Enfim comecei a estudar... Busquei todo meu arquivo morto da faculdade, separei textos, exercícios, revi bilhetinhos, boletos, rabiscos, meu universo acadêmico. O mais legal dessa faxina é encontrar os recados. Tanta conversa paralela muda! Tanta coisa urgente pra se comentar no meio da aula de mídia... Hahahahahahahahahahaahhahahaahha!



Eu sempre fui faladeira, sempre! E na faculdade, pra não chamar atenção, escrevíamos ao invés de falar... Marília, Ivana, Aline e Taína foram as minhas principais colegas de tricô. Se eu juntar toda a fofocada do semestre dá quase uma materia do caderno! Ai, que saudade! Saudade de ter a vida corrida trabalho-faculdade-casa, de achar um tédio os textos de teoria da comunicação, de filar aula pra tagarelar no banco do pátio, de ler os textos matavilhosos de promoção, ... de tanta coisa!



Tenho a certeza de que se hoje eu optasse por fazer outra faculdade, teria uma outra postura. Embora eu tenha sido comprometida, acho que usei pouco minhas ferramentas: não debati idéias com professores, não li todos os livros que gostaria, não participei dos movimentos que achei interessante. Ah, claro que havia razões pra isso: eu precisava trabalhar. Muitas vezes tive de filar aula por conta do trabalho ou cheguei à aula esgotada que nem prestava atenção... Disso eu me arrependo.



Maaaaaaaaaaaaaaaaas, lendo os textos consigo entender que amo meu curso. Ainda não sei realmente o que quero. Penso que posso desempenhar bem vários papéis ligados à publicidade, mas qual é mesmo a minha cara? Ainda tô tentando descobrir... Vai que essa retomada dos estudos me ajuda nisso, né? Tô confiante!!!



E enquanto eu não decido, vou redescobrindo conceitos, teorias e práticas da publicidade. Tô adorando esse reencontro. De verdade! Vou voltar aos meus textos antes que esse surto passe! rs!






Até mais!!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ócio e Perda.

Na última vez que escrevi, pensei: vou atualizar o blog pelo menos uma vez por semana. Não consegui. Às vezes acho que dá errado porque eu tenho a péssima mania de deixar pra amanhã. Sim, sou daquelas de adiar tudo. O verdadeiro modelo de brasileiro que deixa tudo pros 45 do segundo tempo.


Talvez, atualmente, eu faça isso pelo excesso de tempo livre que tenho. Vivo dizendo que todo dia pra mim é sábado. Que posso fazer tudo qualquer hora, inclusive responder por coisas de casa que antes não eram obrigações. O meu ócio não tem sido produtivo.


Eu leio menos, saio menos, me divirto menos, sou menos paciente e MAIS um monte de menos. rs! Sou mais em duas coisas: comer e dormir. Ave Maria! Se não dormir oito horas por noite, passo o dia cansada e sonolenta. E visito a geladeira toda vez que vou à cozinha.

Nesse meu marasmo, não programei nada pro feriado (novamente!) prolongado. Juntei-me a Dani e locamos uns filmes pra todos esses dias de descanso (???). Eu bem queria umas vinte comédias românticas, só pra me lembrar do quanto se pode ser feliz no amor. rs! Gosto de manter a esperança... quem sabe um dia a realidade muda, né? Mas pegamos gêneros varidos. Dos cinco filmes, indico 'Os donos da noite'. Adooooooooooooorei!!!

Antes que eu pudesse ver curtir toda minha programação cama-tv, recebi a triste notícia do falecimento de Anjinho, um amigo que o Mc Donald's me deixou de presente. Ele estava internado por conta da anemia falciforme e não resistiu a duas paradas cardíacas.




Custando a acreditar, vesti a primeira roupa que achei e fui ao velório no Jardim da Saudade. É curioso rever os amigos que se espalham por aí numa situação tão ruim quanto essa mas... c'est la vie! Chorei. Chorei. Chorei. Eu olhava o rostinho pálido dele ali e senti que ainda tínhamos tanto a viver... Lembrei das palavras dele numa das fases mais doloridas da minha vida, do conforto, do carinho, dele dizendo: "Minha Anja, vai dar tudo certo", da loucura dele encima da moto, do sonho ter uma fazenda cheia de cavalos no interior de Pernambuco...

Abraçada a Marcinho, ouvi a ceromônia batista. Muito bonita, por sinal. Totalmente diferente do formato arcaico católico. Os cânticos também eram bonitos e eu nunca tinha visto pessoas cantarem, emocionadas, no velório de alguém. No finzinho, a mãe dele chegou junto ao caixão e agradeceu por ele tê-la feito muito feliz... Foi doloroso pra mim. Que eu me lembre, esse é o primeiro grande amigo que vai morar com Papai do Céu. Espero que ele está bem lá encima.

Fica a saudade. Nós dois sabemos como somos importantes e queridos um para o outro. Fica a vontade de estar mais presente na vida de todos aqueles que aprecio. De não adiar encontros, reuniões e farras. A última vez que vi Anjinho foi em dezembro de 2007.


*Fotos de um dos nossos encontros em outubro de 2006.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Tudoaomesmotempoagora.

Anos atrás fiz uma seleção pra emprego cuja dinâmica era a prioridade no caos. Foi dada uma situação hipotética em que tudo acontecia de ruim ao mesmo tempo no supermercado do qual eu (Deus me livre!) era gerente. Diante de tanta agonia, o que era mais importante? Naquela época, tirei de letra e fui promovida ao cargo aspirado por muitos dos meus colegas.

Hoje vivo isso na realidade. Tudo acontece ao mesmo tempo. Tudo é importante, mas nem tudo é prioridade. Minhas resoluções pessoais acontecem simultaneamente a outros acontecimentos importantes na minha vida e na daqueles que amo muito: a espera de um emprego, a ansiedade de resolver logo a vida, a chegada da cirurgia de João Pedro, a vontade de ter uma relação normal, de manter firme minha postura, a necessidade de ajudar amigos e os nem tão amigos assim, etc, etc e etc...

O que priorizar? O que pode passar na frente de tudo isso? Estou sendo egoísta em viver só meus problemas e deixar as sobras de tempo pros outros? E na minha auto-análise (habitual rs!) encontro dois caminhos.

Sim. É egoísmo pensar só em você mesmo quando por uma grande parte do tempo você se colocou em terceiro lugar. Sei que existem pessoas e situações em minha presença ou palavra é necessária. Ana Pê me lembrou outro dia de que "somos eternamente responsáveis pelo que cativamos". Se eu sempre me fiz presente, vão esperar sempre isso de mim porque é a postura que eu assumi, a bandeira que levantei.

Não. Ainda parafraseando a mulher morena (rs!), o meu egoísmo é necessário. Não é daqueles de maldade. Preciso focar menos no outro porque a vida tem cobrado mais de mim: mais firmeza, mais decisão, mais iniciativa e, principalmente, mais atitude. Preciso dizer a que vim, o que realmente gosto, o que detesto e o que me faz feliz. E pra chegar nessa conclusão, preciso vivenciar coisas, saborear emoções pra descobrir meu paladar que, por ora, é mais ácido e analítico.

Não tenho aceitado fácil as coisas que chegam pra mim. Não tenho engolido meias histórias, meias verdades. Quero tudo por inteiro. Amigos. Namorado. Família. Felicidade. Quero participar ativamente das relações, quero existir dos dois lados. Quero ser amiga e saber que tenho amigos, quero ser namorada de quem pode e quer me namorar, quero ser filha e ter colo e carinho de mãe. Chega de doação!! Meu egoísmo necessário pede retorno. Minha carência pede demonstrações do lado de lá.



Me dá licença que eu quero passar.
"A gente não quer só dinheiro. A gente quer dinheiro e felicidade. A gente não quer só dinheiro. A gente quer inteiro e não pela metade..."
Titãs - Comida

segunda-feira, 31 de março de 2008

Quando o passado visita o presente...

video



Someday We'll Know - New Radicals

90 miles outside Chicago
Can't stop driving
I don't know why
So many questions
I need an answer
Two years later you're still on my mind
What even happened to Amelie Earhart?
Who holds the stars up in the sky?
Is true love just once in a lifetime?
Did the captain of the Titanic cry?


Someday we'll know
If love can move a mountain
Someday we'll know
Why the sky is blue
Someday we'll know
Why I wasn't meant for you

Does anybody know the way to Atlantis
Or what the wind says when she cries
I'm speeding by the place that I met you
For the 97th time..... tonight

Someday we'll know
Why Samson loved Delilah
One day I'll go
Dancing on the moon
Someday you'll know
That I was the one for you
(yeah yeah yeah yeah)

I bought a ticket to the end of the rainbow
I watched the stars crash in the sea
If I could ask God just one question
Why aren't you here with me....tonight

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mudaram as estações...

Eu sempre fui daquelas que vez ou outra ouvia: "Pense mais em você". Era quase que um conselho unânime. Dos amigos chegados, dos novos, da família e até de alguns paqueras. Por anos a fio, fazer as pessoas ao meu redor felizes era o meu foco. Às vezes eu conseguia fazer isso sem sofrer, às vezes não.




O ponto é que se eu sofresse mas o outro estivesse bem, maravilha! Mas eu passei a perceber que era uma sofrimento mútuo. Eu me anulava de um lado e era cobrado por outro. Criei uma rotina viciosa pras pessoas do meu ciclo em que eu tinha os bons conselhos, era boa ouvinte e exímia engolidora de sapos.



Cansei!!! Antes que surjam questionamentos, nada disso aqui vale pra uma pessoa somente. É geral. Eu tenho sido, sim, menos tolerante e mais egoísta. Não virei a bruxa má, mas estou longe de ser a princesa tapada. Tenho plena consciência do impacto que isso causa em pessoas que amo muito, mas não dá pra ser diferente. Eu tenho sede!!



Sede de ser feliz, de fazer o que gosto, de curtir mais e me sacrificar menos, de ser mais tranquila, menos séria, mais compreensiva e, principalmente, mais decidida. Se antes eu era capaz de fazer algo só pra agradar alguém, hoje não sou mais. Talvez, assumo, eu ainda não tenha encontrado o melhor jeito de fazer isso, mas eu chego lá. Dizer "não" sempre foi difícil e as coisas não mudam de uma hora pra outra.



"Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar": dizia o barão de Itararé.




Se por um lado, mudanças são bem-vindas e necessárias; por outro, há de se ter força pra segurar as perdas e se manter firme. Não quero, nem de longe, afastar pessoas, desfazer laços ou isolar-me do mundo que tanto me quis diferente. Quero apenas ser capaz de aceitar e negar convites, concordar e discordar de argumentos, estar só e acompanhada por opção, ser eu: Mariana.


Mariana numa coisa só. Nem Maria, nem Ana. Nem só de acertos, nem só de erros. Nem doce, nem azeda. A Mariana tênue, a que não será demasiada em nada. Estou jogando fora os excessos que me incomodam, as ervas daninhas que insistem em vingar no meu jardim. É fato que vou manter minha essência. Continuo fazendo questão dos meus amigos, das minhas músicas, da minha rotina, do meu mundo bagunçado. Ainda vou querer ouvir cada coisa que vocês tenham a me dizer, com uma diferença: eu escolho como, quando e onde.




Muito prazer!

quarta-feira, 12 de março de 2008

O dia em que minha cabeça não parou...

Mais uma promessa não cumprida no ano que mal começou ( mas que já é agitado pra mim): não voltei em fevereiro pra contar do meu aniversário. E, novamente, sinto que não o fiz por preferir prorrogar a organização dos fatos.

Logo que cheguei do Open, procurei escolher um dia e local que fossem do agrado da maioria dos meus amigos. Talvez seja meu primeiro erro: pensar demais nos outros. Foi difícil mas consegui. 23 de fevereio, às 20:00h no Tijuana Mexican Bar do Itaigara.

Por ser sábado, o bar não fazia reservas e eu teria de chegar cedo. Eu, que penso demais, fui salva pela carona de Bia pois nem tinha decido como ir... Atrasada, sem reservas, fui também salva pela galera do Open e por Marta, Paulinha, Cel e Mandoca que foram mais pontuais e seguraram umas mesinhas!!! Valeu, minhas queridas!!

Acomodação resolvida, passamos a degustação etilica do cardápio! A idéia das meninas era de beber todos os drinks e bicando aqui e acolá, fui me divertindo, rindo e relaxando! Não tardou a começar a sessão de fotos e mais diversão com ela! Cel, como sempre, extraindo os melhores clicks!

Fiquei muito feliz em ter meus grandes e velhos amigos ali comigo. Dos novos, espero que seja o primeiro de muitos encontros por aí, né Serginho??? Coitado dele! Caiu de pára-quedas numa fogueira, né?

Vou explicar... Entre um nacho e outro, uma noite que estava pra lá de divertida ficou tensa. Alguem chegava pra nos por à prova. Nervosismo. Choro. Agonia. Nesse ponto percebi a fragilidade das relações que nos envolve.

Foi nos olhos de Sérgio (valeu, Paulistinha!) que encontrei a calma. Querendo me fazer entendida, eu implorava que ele entendesse minhas razões, queria justificar tudo quando ele disse:
- Mari, ninguém está errado. Cada um está brigando pelo seu espaço.
Não queria julgar os merecimentos, os erros e acertos de ninguém. Eu só queria ser compreendida. E fui. Pelos que, realmente me conhecem e importam pra mim.

Ainda sob efeito do alcool, conseguimos passar pelo encontro sem machucados maiores que os já existentes. Eu diria que foi necessário e, láaaaaaaa no fundo, proveitoso. A oportunidade que faltava pra firmar os pilares de muitas relações futuras e implodir o que já estava desmoronando.

Quero agradecer aos protagonistas do episódio em que fiz as MINHAS escolhas:

À Ana Pê o meu obrigada de coração: por entender minhas razões e, principalmente, por fazer questão de me deixar falar, contar os meus porquês.

À Cel, que me possibilitou ser mais firme, ainda que isso não seja tão positivo assim pra ela.

À Martina, que sempre me impulsiona a pensar em mim e aperta a minha mão dizendo: tô com você!!

À Sérgio que, diretamente de Sampa, veio participar de uma etapa conclusiva na nossa vida, né Ana? Espero que a gente tenha compensado o chororô nos dias que se seguiram! rs!

E que venham os próximos capítulos...



Ana Pê, eu e nosso ilustre visitante: Sérrrgiô!

Eu e Cel - A Pimenta!

Marida, eu e Pezita!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Versão estendida!!!

Meu Deus!!! Meu primeiro post de fevereiro! Que absurdo!!! Tantas coisas acontecendo e eu com preguiça de vir aqui. rs! Juro!!! Preguiça de logar, de organizar as idéias e, principalmente, de repensar nos fatos desse mês que deve ser pior que agosto deste ano! Hahahahahahhaahhahaa!

Por ordem cronológica, em primeiro lugar, o carnaval (o post vai ser longo...). Não fosse minha lerdeza de praxe, teria comprado um camarotezinho pra curtir (mais!) com as meninas. É incrível como nunca consigo me programar pro carnaval; durante o ano é tão distante que vou deixando pra resolver depois e quando o depois chega eu estou sem grana, sem galera e sem tempo pra escolher como curtir.

Aí já viu, né?? Me resta PIPOCAR!!!! E foi maravilhoso! rs! Encontrei o ex-amor com o amor de sempre, os amigos de Santaluz, da faculdade, da vida; dancei, pulei, cantei, suei e voltei morgada pra casa! Saldo: POSITIVO!!

Depois da festa de Momo, arrumei minha mala e fui pra Costa do Sauípe trabalhar no Receptivo do Brasil Open. O trabalho era de dez dias e meu aniversário cairia justo nesse período! Fui cheia de dedos porque gosto de estar em casa no meu dia. Adoro ganhar abraços, ser acordada cedinho com carinhos (valeu Tici!!) e ser dengada por meio mundo da minha gente. Procurando não pensar muito nisso, me juntei a Ana Pê e Bruno, que já conheciam o trabalho, pra suavizar minhas incertezas.

O trabalho era cansativo. Exaustivo, eu diria. Embora tenhamos ficado numa pousada bacana, com piscina e acesso à praia, às vezes a gente só conseguia dormir. Colocávamos o celular pra despertar, levantávamos, íamos tomar café e depois... CAMA!!!! Só mais pro final do campeonato, quando havia menos jogos é que pudemos relaxar, curtir o sol e fazer um churrasquinho!



Uma coisa boa foi aprender sobre o tênis. Fiquei zuando os meninos dizendo que só me faltava uma raquete. Rs! Eu entrei sem saber pra onde ia, quais as regras, as marcações de pontos, o placar (que era super confuso e nem ajudava a gente! rs!) e sai quase uma Kuerten ( nos bons tempos, óbvio!).


A galera era legal, mas como todo grande grupo, as panelas acabam se formando... Inevitável!! No meu quarto, além de Ana Pê (claro e eu desgrudo dela? rs!), outra Paula; que deixava a gente chamá-la de Paulette (viu Paulinha!! hahaha), mas que era Paulão pra todo mundo! Um absurdo de mulher! Hahahahahhaahhahaahahahhaha! Ocupávamos o mesmo posto, era um contraste cômico!!





Pude conversar e conhecer pessoas bacanas como Veruska, Sandro, Gabi, Sandra, Carol, Nanda's, Silvam e Liu, Paloma, Igor, Luise, Sergio... Vixe! Muita gente! Quanta risada, viu?? Os pagodes, a cantoria afinada de Silvam e Bruno, o corre-corre pra estar pronto na hora marcada, a disputa pelas cervejas... Parece que foi ontem!!!


No quinta dia, o meu dia!! Começamos a comemoração na terça-feira, assim que chegamos na pousada: cerveja, música e parabéns pra mim à meia-noite! Fui dormir de coração apertado... Tici me liga umas 06:30 da manhã e como acordei cedo, me mandei pra praia sozinha! O mar era meu, só meu. Yemanjá ouviu todos meus pedidos e Papai do Céu também. Vamos esperar o que acontece nesse ano que, pra mim, só começa agora.




Recebi os abraços, felicitações e carinhos dos colegas e dos únicos amigos presentes: Ana Pê e Brunam. Morrendo de vontade de estar em casa, fui tentando atender as ligações às escondidas porquê não se fala no celular durante o trabalho, né? rs! Eu estava tão escondida que Antônio pensou que eu estava no motel. Pode???? E eu querendo rir sem poder... Hahhaahahahahahahahahahahahah! Ai ai... nem pra ser verdade! Na volta pra casa, parabéns no ônibus e mais abraços!

E desse jeitinho atípico, que nem sei dizer se é bom ou ruim, passou! Passou meu niver, passou o Open e eu, finalmente, desembarquei no meu quarto. Cansada, feliz e saudosa do meu mundo e do meu espaço. Se bem que eu seria mais feliz se meu quarto tivesse aquele ar-condicionado da pousada! Dormir era uma benção, hein Pê?

Ainda tô meio fora de órbita com os horários, com meu sono e minha fome (ah, o café da manhã da pousada.... rs!)... Já adicionei um monte dos novos amigos no orkut, no msn e a rotina de desempregada já começa a imperar. Mas isso, tenho certeza, mudará em breve!!!!


Ainda tenho de contar da comemoração oficial do meu niver (o mais longo de todos os tempos) aqui em Salvador, mas isso é assunto pra outro post!!!

Ainda esse mês eu volto!! Beijo pra quem é de beijo!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Hoje aqui, amanhã lá!!!


Esses dias têm sido de correria pura! Tô de babá de João Pedro, secretária do meu lar, conselheira sentimental virtual, cão-guia de amiga, consultora de designer e mais um zilhão de tarefas que apareceram... Mas, acreditem, ainda desempregada! rs! Esse é um ponto que se resolverá em breve. Tô sentindo isso... E estou "movimentando o universo" pra que apareça logo algo que me realize, que me complete!!


Esse tal de inferno astral tem sido dolorido e proveitoso, tipo azedinho doce, sabe? Tem toda aquela coisa do choro, da hipersensibilidade, das dúvidas mas também o lance das novas possibilidades, das mudanças necessárias, dos ajustes e por que não (?), da FELICIDADE!!! Sinais da calmaria chegando???? Tomara!!!!


Bom, mas vim aqui pra contar que vou me ausentar por uns dias. É. Não só por causa do carnaval, que pretendo curtir, dançar e rir aos montes... Viajo logo em seguida e passo 10 dias fora.
Parte boa? Mudar de ares, conhecer pessoas, rir, descansar...
Parte ruim? Passar meu aniversário longe das pessoas que amo...
Adoooooooooooro comemorar meu dia!!!! Assim que voltar, quero reunir todo mundo, viu???



Na mala levo biquinis, protetor solar, um livro, mil vontades e minhas borboletas que são os seres mágicos que me acompanham, me protegem e me fazem feliz e serelepe. Rs!






Bom carnaval pra todo mundo!
Vejo vocês na volta!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Eis como me encontro...



"O período conhecido popularmente como "Inferno Astral" é o mês que antecede o aniversário de alguém. Nesta época, muitas pessoas acreditam viver momentos de angústia, depressão ou até mesmo azar, atribuindo as turbulências a alguma configuração astrológica misteriosa. Será que ela realmente existe e é mesmo inevitável?

Existem algumas explicações para entender estes trinta dias temidos antes da inauguração de uma nova idade. O aniversário nada mais é do que o marco de um novo ciclo solar na vida de uma pessoa, ou seja, o Sol passa pelo mesmo ponto do Zodíaco que estava quando ela nasceu, sinalizando uma nova etapa para a sua consciência. Os dias que antecedem esta renovação são exatamente os últimos do ciclo anterior que a consciência vinha atravessando.

Cid de Oliveira lembra que os ciclos representam na Astrologia os estágios de todo e qualquer processo de desenvolvimento e que "o final de um ciclo" se caracteriza por ter uma qualidade de tempo marcada pela agitação, mudança, instabilidade e desordem, somadas à insegurança em relação ao futuro que está por vir. "Isto acontece porque é no final do ciclo que se esgotam as possibilidades de expressão existentes no seu início e manifestam-se os resíduos responsáveis por sua dissolução. Em suma, o tempo que antecede imediatamente o final de qualquer ciclo caracteriza-se pela desordem e pela inversão dos valores admitidos no seu início", explica.

Pela técnica da revolução solar, cada mês do ano, a contar a partir da data do aniversário, corresponde a uma determinada casa astrológica ou setor prático da vida de uma pessoa que estará sendo vivido mais intensamente. Assim, no primeiro mês a partir do aniversário, vive-se de forma enfática a casa 1: a pessoa fica mais centrada em si mesma e em seu comportamento. O décimo segundo e último mês do ano corresponde à casa 12, trecho do mapa que analisa os sacrifícios e doações que uma pessoa deve fazer aos outros, sem esperar recompensas para isto.

Segundo o astrólogo Eduardo Maia, o "Inferno Astral" só acontece quando não percebemos que precisamos sair do palco para contemplar mais o mundo e nos desapegarmos, em benefício daqueles que precisam de uma ajuda emocional ou prática. "É um período de ser instrumento para o bem dos outros e não estar tão preocupado com causas próprias", afirma. Como isto geralmente não acontece, vem a angústia, o vazio e a sensação de desorientação.

Apesar de não ser uma força misteriosa desenfreada como muitos imaginam, existem explicações simbólicas consistentes para a crise do último mês de uma idade, mas isto não significa que acontecerão apenas coisas negativas na vida de alguém ou que seja impossível lidar bem com este período de transição. Todos têm livre-arbítrio e podem, ainda mais compreendendo o ciclo no qual estão inseridos, dedicarem este momento à reflexão e avaliação da etapa terminada, preparando-se sem tantos atropelos para a próxima."

Extraído do Porto do Céu.

P.S.: Além disso, ainda tem a TPM. Me dêem um desconto esses dias e relevem qualquer coisa

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Normal sem ser igual!

Esse tal de blog é uma coisa, viu?! Já comentei antes que tudo que vejo de interessante: as frases, as músicas, as situações; quero colocar aqui. Só tem uma coisa.... Eu esqueço!
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahhhahaahahahahhahahahahahaha!

Minha memória não é das melhores. Assim que vejo algo e acho legal, decoro, repito, me deleito e esqueço de anotar ou fotografar.
Vou tentar (juro!!) a partir de hoje andar com um bloquinho na bolsa para guardar esses momentos. Digo tentar porque, vocês sabem: tenho uma leve tendência a mudar de planos no meio do caminho. Não que eu ache isso ruim, mas nunca levo adiante minhas resoluções embora sempre tenha novas metas e objetivos. E mudo de idéia sempre! rs!

Se você pensou que eu estava falando de algo que vi, li ou presenciei; pode tirar o cavalinho da chuva! Não tenho nada pra contar. É que sempre que começo a escrever aqui penso no mundo de coisas que poderia dizer, mostrar, publicar, enfim... Escolher o TEMA do dia não é fácil pra mim. A menos quando tenho algum recado ou desabafo a fazer. O que não é o caso de hoje.

Hoje só vim dizer que tenho tido dias legais. E cheios. E divertidos. Faz tanto tempo que não tenho um verão livre pra mim... Sempre trabalhando. Sempre!!! E mesmo que eu não tenha grana suficiente pra curtir como quero, estou me divertindo como posso.

Querem aderir ao meu cardápio de baixo custo? Vamos lá!!!
* Visite blogs alheios. Aposto que você encontrará textos muitos legais (e melhores que esse aqui! rs!)

* Baixe suas músicas favoritas. Vale aquela baladinha dos anos 80 ou a canção do momento!

* Roube (mas devolva depois) um livro de alguém que pareça legal. Tô lendo Divã da Martha Medeiros cedido por Ana Pê.

* Jogue video game. O Super Mario tem me visitado. E é muito legal saber que ainda guardo os caminhos secretos das suas fases. Hihihihihihhihih

* Alugue uma temporada completa do seu seriado preferido. Eu estou no meu momento FRIENDS (ansiosa pra rever a segunda temporada!).

* Escolha seu day off: passar um dia inteiro fazendo nada, sem roteiro, sem pressão é delicioso! (mas é só UM dia!!)

* Junte amigos. Invente os motivos. Eles sempre são a melhor opção de diversão! Até quando não rima! Hahahahahahahahahahahahhaahhahahaahha!

Ah! Essa é minha sugestão mais valiosa. Meu último encontro rendeu além de músicas e fotos engraçadas, muitas, mas muitas gargalhadas!!!
Experimente!!!












P.S.: Vocês podem incluir outras sugestões nos comentários, tá?

um xêro!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Pra você.


Hoje decidi não me deixar magoar.
Nem pelos encontros desmarcados, nem pelo que está por vir. Aperte o play.




video




terça-feira, 8 de janeiro de 2008

O fim de semana da virada!

Todo fim de ano é essa correria: decidir onde passar o reveillon, traçar planos pro ano que vai chegar, escolher a roupa (e o local) da virada, as companhias da gaiofada e arrumar as malas. Expectativa!!!

Já faz um tempo em que procuro sempre passar a virada do ano com meus amigos, fazer desse dia uma bagunça legal e divertida. Minha mãe já se acostumou: não conta comigo no último dia do ano, sou dos amigos e da cachaça (sim, eu bebo horrores! rs)!

Pois é... juntei toda a minha animação, roupa nova, euforia e expectativa do novo ano e fui pra casa de Paulinha em buraquinho. Lá me juntei com as velhas amigas: Ana Pê, Bia e Paulinha. Fiz novos amigos (o que é sempre bom, né?) e curti um fim de semana fantástico!

Sol, praia, piscina, risadas, cerveja gelada, comida boa, gente bacana, amigos e MÚSICA! Muita música! Brunão nos presenteou com várias músicas nas suas versões de arrocha (sim!!!) e cantou Chico Buarque até a barriga doer.... DE RIR!!
Tivemos nossos momentos de reflexão, de piadas internas, de papo-cabeça, de rima, de poemas, de risos, gargalhadas!
Nos despedimos de 2007 com um mergulho no mar, pra levar embora tudo que saturou a gente, trocar as energias, limpar a aura! E parece que eu estava devendo algo a Iemanjá. Assim que entrei no mar, ela levou-me os brincos. Os dois.
Mergulhei e logo que emergi, dei falta de um... ops! dos dois! Curioso? Rs! Pra mim, muito!!! Maaaaaaaaaaas, se for uma troca, ela bem sabe o que quero desse ano! Vou esperar e pagar pra ver.

Na noite da virada, fomos pra Guarajuba curtir Negra Cor e Voa Dois. Depois da sessão arrumação, uma pausa para a fotos, né?Mulher adora tirar fotos depois que já está produzida. Eis o resultado da gente na busca do melhor clic!


Confesso que eu esperava mais da virada, não queria que fosse apenas mais um show. Não teve a euforia da contagem regressiva, das músicas de otimismo, o barulho do estouro da champangne. Mas antes de sair de casa eu já tinha definido que faria daquela noite um momento feliz. E consegui!!! Dancei até suar, ri muito, tirei outras fotos (já nem tão bonitinha assim... rs!)e... não bebi! Esse foi um porém: estava impraticavel pegar a fila da ficha naquele lugar. Mas deixa isso pra lá! Quero esquecer essa parte!!!!

De resto, passamos a segunda ressaqueados, felizes e esperançosos. Sim, porque tenho certeza que cada um de nós quer mudar, resolver ou encontrar algo a cada ano que se inicia, né? Assim chegou 2008 pra mim. Cheio de diversão!!! Que seja um ano de felicidade e realização. De encontros!!!!!

Feliz 2008 pra todo mundo!!!