terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Eis como me encontro...



"O período conhecido popularmente como "Inferno Astral" é o mês que antecede o aniversário de alguém. Nesta época, muitas pessoas acreditam viver momentos de angústia, depressão ou até mesmo azar, atribuindo as turbulências a alguma configuração astrológica misteriosa. Será que ela realmente existe e é mesmo inevitável?

Existem algumas explicações para entender estes trinta dias temidos antes da inauguração de uma nova idade. O aniversário nada mais é do que o marco de um novo ciclo solar na vida de uma pessoa, ou seja, o Sol passa pelo mesmo ponto do Zodíaco que estava quando ela nasceu, sinalizando uma nova etapa para a sua consciência. Os dias que antecedem esta renovação são exatamente os últimos do ciclo anterior que a consciência vinha atravessando.

Cid de Oliveira lembra que os ciclos representam na Astrologia os estágios de todo e qualquer processo de desenvolvimento e que "o final de um ciclo" se caracteriza por ter uma qualidade de tempo marcada pela agitação, mudança, instabilidade e desordem, somadas à insegurança em relação ao futuro que está por vir. "Isto acontece porque é no final do ciclo que se esgotam as possibilidades de expressão existentes no seu início e manifestam-se os resíduos responsáveis por sua dissolução. Em suma, o tempo que antecede imediatamente o final de qualquer ciclo caracteriza-se pela desordem e pela inversão dos valores admitidos no seu início", explica.

Pela técnica da revolução solar, cada mês do ano, a contar a partir da data do aniversário, corresponde a uma determinada casa astrológica ou setor prático da vida de uma pessoa que estará sendo vivido mais intensamente. Assim, no primeiro mês a partir do aniversário, vive-se de forma enfática a casa 1: a pessoa fica mais centrada em si mesma e em seu comportamento. O décimo segundo e último mês do ano corresponde à casa 12, trecho do mapa que analisa os sacrifícios e doações que uma pessoa deve fazer aos outros, sem esperar recompensas para isto.

Segundo o astrólogo Eduardo Maia, o "Inferno Astral" só acontece quando não percebemos que precisamos sair do palco para contemplar mais o mundo e nos desapegarmos, em benefício daqueles que precisam de uma ajuda emocional ou prática. "É um período de ser instrumento para o bem dos outros e não estar tão preocupado com causas próprias", afirma. Como isto geralmente não acontece, vem a angústia, o vazio e a sensação de desorientação.

Apesar de não ser uma força misteriosa desenfreada como muitos imaginam, existem explicações simbólicas consistentes para a crise do último mês de uma idade, mas isto não significa que acontecerão apenas coisas negativas na vida de alguém ou que seja impossível lidar bem com este período de transição. Todos têm livre-arbítrio e podem, ainda mais compreendendo o ciclo no qual estão inseridos, dedicarem este momento à reflexão e avaliação da etapa terminada, preparando-se sem tantos atropelos para a próxima."

Extraído do Porto do Céu.

P.S.: Além disso, ainda tem a TPM. Me dêem um desconto esses dias e relevem qualquer coisa

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Normal sem ser igual!

Esse tal de blog é uma coisa, viu?! Já comentei antes que tudo que vejo de interessante: as frases, as músicas, as situações; quero colocar aqui. Só tem uma coisa.... Eu esqueço!
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahhhahaahahahahhahahahahahaha!

Minha memória não é das melhores. Assim que vejo algo e acho legal, decoro, repito, me deleito e esqueço de anotar ou fotografar.
Vou tentar (juro!!) a partir de hoje andar com um bloquinho na bolsa para guardar esses momentos. Digo tentar porque, vocês sabem: tenho uma leve tendência a mudar de planos no meio do caminho. Não que eu ache isso ruim, mas nunca levo adiante minhas resoluções embora sempre tenha novas metas e objetivos. E mudo de idéia sempre! rs!

Se você pensou que eu estava falando de algo que vi, li ou presenciei; pode tirar o cavalinho da chuva! Não tenho nada pra contar. É que sempre que começo a escrever aqui penso no mundo de coisas que poderia dizer, mostrar, publicar, enfim... Escolher o TEMA do dia não é fácil pra mim. A menos quando tenho algum recado ou desabafo a fazer. O que não é o caso de hoje.

Hoje só vim dizer que tenho tido dias legais. E cheios. E divertidos. Faz tanto tempo que não tenho um verão livre pra mim... Sempre trabalhando. Sempre!!! E mesmo que eu não tenha grana suficiente pra curtir como quero, estou me divertindo como posso.

Querem aderir ao meu cardápio de baixo custo? Vamos lá!!!
* Visite blogs alheios. Aposto que você encontrará textos muitos legais (e melhores que esse aqui! rs!)

* Baixe suas músicas favoritas. Vale aquela baladinha dos anos 80 ou a canção do momento!

* Roube (mas devolva depois) um livro de alguém que pareça legal. Tô lendo Divã da Martha Medeiros cedido por Ana Pê.

* Jogue video game. O Super Mario tem me visitado. E é muito legal saber que ainda guardo os caminhos secretos das suas fases. Hihihihihihhihih

* Alugue uma temporada completa do seu seriado preferido. Eu estou no meu momento FRIENDS (ansiosa pra rever a segunda temporada!).

* Escolha seu day off: passar um dia inteiro fazendo nada, sem roteiro, sem pressão é delicioso! (mas é só UM dia!!)

* Junte amigos. Invente os motivos. Eles sempre são a melhor opção de diversão! Até quando não rima! Hahahahahahahahahahahahhaahhahahaahha!

Ah! Essa é minha sugestão mais valiosa. Meu último encontro rendeu além de músicas e fotos engraçadas, muitas, mas muitas gargalhadas!!!
Experimente!!!












P.S.: Vocês podem incluir outras sugestões nos comentários, tá?

um xêro!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Pra você.


Hoje decidi não me deixar magoar.
Nem pelos encontros desmarcados, nem pelo que está por vir. Aperte o play.







terça-feira, 8 de janeiro de 2008

O fim de semana da virada!

Todo fim de ano é essa correria: decidir onde passar o reveillon, traçar planos pro ano que vai chegar, escolher a roupa (e o local) da virada, as companhias da gaiofada e arrumar as malas. Expectativa!!!

Já faz um tempo em que procuro sempre passar a virada do ano com meus amigos, fazer desse dia uma bagunça legal e divertida. Minha mãe já se acostumou: não conta comigo no último dia do ano, sou dos amigos e da cachaça (sim, eu bebo horrores! rs)!

Pois é... juntei toda a minha animação, roupa nova, euforia e expectativa do novo ano e fui pra casa de Paulinha em buraquinho. Lá me juntei com as velhas amigas: Ana Pê, Bia e Paulinha. Fiz novos amigos (o que é sempre bom, né?) e curti um fim de semana fantástico!

Sol, praia, piscina, risadas, cerveja gelada, comida boa, gente bacana, amigos e MÚSICA! Muita música! Brunão nos presenteou com várias músicas nas suas versões de arrocha (sim!!!) e cantou Chico Buarque até a barriga doer.... DE RIR!!
Tivemos nossos momentos de reflexão, de piadas internas, de papo-cabeça, de rima, de poemas, de risos, gargalhadas!
Nos despedimos de 2007 com um mergulho no mar, pra levar embora tudo que saturou a gente, trocar as energias, limpar a aura! E parece que eu estava devendo algo a Iemanjá. Assim que entrei no mar, ela levou-me os brincos. Os dois.
Mergulhei e logo que emergi, dei falta de um... ops! dos dois! Curioso? Rs! Pra mim, muito!!! Maaaaaaaaaaas, se for uma troca, ela bem sabe o que quero desse ano! Vou esperar e pagar pra ver.

Na noite da virada, fomos pra Guarajuba curtir Negra Cor e Voa Dois. Depois da sessão arrumação, uma pausa para a fotos, né?Mulher adora tirar fotos depois que já está produzida. Eis o resultado da gente na busca do melhor clic!


Confesso que eu esperava mais da virada, não queria que fosse apenas mais um show. Não teve a euforia da contagem regressiva, das músicas de otimismo, o barulho do estouro da champangne. Mas antes de sair de casa eu já tinha definido que faria daquela noite um momento feliz. E consegui!!! Dancei até suar, ri muito, tirei outras fotos (já nem tão bonitinha assim... rs!)e... não bebi! Esse foi um porém: estava impraticavel pegar a fila da ficha naquele lugar. Mas deixa isso pra lá! Quero esquecer essa parte!!!!

De resto, passamos a segunda ressaqueados, felizes e esperançosos. Sim, porque tenho certeza que cada um de nós quer mudar, resolver ou encontrar algo a cada ano que se inicia, né? Assim chegou 2008 pra mim. Cheio de diversão!!! Que seja um ano de felicidade e realização. De encontros!!!!!

Feliz 2008 pra todo mundo!!!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Na contagem!!!


Tá chegando a horaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!


Hora de mudar. De tentar de novo.
Recomeçar.
Fazer ainda melhor.
Criar novos caminhos.
Abrir novas portas. Novas possibilidades.
Sonhar de novo.
Deixar que passou, passar.
Acreditar na novidade.
Festejar.
Seguir em frente.
Bem MAIS feliz!!!!


Vem looooooooooooooooooooooogo 2008!!!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Cuida bem de mim!!

Hoje farei das palavras de Martha Medeiros minhas. Só minhas.
Porque, se eu escrevesse bem, escreveria como ela.
E ela consegue externar meus sentimentos, coisa que quase nunca tenho êxito.



EU, MODO DE USAR:

"Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir.
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
Acordo pela manhã com ótimo humor mas ... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais.
Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude.
Eu saio em conta, você não gastará muito comigo.
Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?).
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço.
Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade.
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.
Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos.
Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra.
Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai.
Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...
Goste de música e de sexo.
Goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ...
Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora.
Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.
Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas.
Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar ... experimente me amar!"
(Martha Medeiros)

sábado, 22 de dezembro de 2007

O céu é o limite?


Esses dias tenho visto e ouvido cenas que me mostram o quanto as pessoas não tem LIMITES. Esse meridiano que separa o bom e o ruim, o certo e o errado, a verdade e mentira, enfim... Os dois lados de qualquer situação.

"São só dois lados da mesma viagem. O trem que chega é o mesmo trem da partida..."
(Maria Rita)

Pra mim, sempre tem de haver um meio-termo, sabe? A gente deve buscar sempre encontrar o nosso limite e respeitar o do próximo. Não é fácil, requer respirar fundo, colocar a cabeça no lugar, ficar só, pensar, chorar e... lá estará ela. Uma linhazinha tênue que nos faz nem certos, nem errados, mas justos.

Essa ausência de barreiras nos dá a sensação de onipotência, de estar acima das regras. Taí a grande mentira. Só Deus pode tudo, ainda que seja lugar-comum dizer isso. A gente pode tudo, até certo ponto.

Dizer a verdade é bom, querer que aceitem sua verdade é prepotência.
Ouvir o outro é bom, ser guiado por alguém é submissão.
Dá pra perceber a fragilidade da ponte?

"A ponte não é de concreto, não é de ferro, não é de cimento. A ponte é até onde vai o meu pensamento..."
(Lenine)


Alguém poderia dizer-me que cada um tem o seu limite. E é verdade. Mas falo da essência: não agredir fisicamente (nem moralmente), não gritar, falar a verdade sempre, respeitar o outro e suas escolhas, guardar segredos, se preservar, enfim... Essas ações deveriam servir de base para todos.

Por besteira, as pessoas se ofendem. Por menos ainda, se agridem. Onde isso vai parar?Eu me encaixo nisso tudo. Já passei pro lado ruim algumas vezes... Quando não aceito algum argumento, quando sou impaciente, quando desisto de alguém, quando não quero estar errada.

Avaliando minhas atitudes, nunca me afastei muito dos meus limites. Saio dele sim, mas sempre estou beirando seu acostamento. O que me lembra Renato Russo: "eu erro também". Reconhecer o erro já é o início do caminho de volta. Ignorá-lo é burrice.



Para o bem de todos e felicidade geral da nação, dois conselhos:
Gritar, só de alegria!!!
Tocar o outro, só pra dar carinho!!!


Ah! Vou incluir um terceiro, talvez o mais importante de todos: reveja SEMPRE seus conceitos.