sábado, 26 de julho de 2008
Breve notícia!
Assim que eu voltar de viagem, sim estou viajando (cês nem sabiam, né? rs!), conto tudo!
Por ora, é isso!
Saudades!
sexta-feira, 13 de junho de 2008
E sei... mas há controvérsias.
E eu começo a me questionar o porquê de estar sozinha. Tenho amigos que me julgam extremamente seletiva e outros acham que sou boa demais (né gostosa não, meu povo!rs!) pra aceitar qualquer coisa. O que eu acho? Er... hum... Boa pergunta!!!
Minha Tia Soraia tem uma teoria:
Mari:
Soraia:
Sinceramente acho difícil responder essa pergunta porque eu mesma me vejo num emaranhado de questões. Quem vai responder é a minha carência ou a minha postura de mulher independente?
É... Digo isso porque toda mulher carente se deixa envolver por palavras e sensações que não fariam efeito se ela estivesse em dias com o amor. Quem nunca ouviu: "é a carência, amiga" que atire a primeira pedra (mas não jogue em mim porque essa frase soa habitual aos meus ouvidos). Na contra mão, a mulher independente aceita o bom e velho sexo casual, não é chegada a perguntas e sabe que o cara diz coisas legais só pra manter a relação interessante mas ela prefere não acreditar numa vírgula do que o sujeito diz.
E onde está Wally*? Ali. No meio disso tudo. Carente, é verdade. Independente, também. Mas consciente duas verdades: "gestos valem mais que palavras" e "quem quer faz acontecer". Creio que o X da minha questão more aí: eu não me deixo enganar. Sei até onde vai a minha carência e o meu senso de verdade. Acredito nas pessoas. Sempre. Mas há momentos em que a gente não se dá conta de que dizemos frases intensas e somos superficiais.
Por isso opto por seguir firme com minha consciência e... esperança (Santo Antônio, me ajuda! rs!). Eu não estou sozinha por opção mas vou ficar assim até achar que deva. Eu sei que eu sou uma pessoa legal (tenho trocentos defeitos) mas sei que mereço alguém bacana. Que esse alguém chegue logo, prove a minha tia que ela está errada (rs!) e dê sentido real às palavras que vou ouvir!
*Wally aqui.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Além do que se lê.
Ontem fiz a prova do concurso da Petrobrás. Considerando Salvador um ovo, pense no que é fazer um concurso público divido por área. Você encontra TODOS os seus colegas de faculdade e profissão (?). É bom rever os colegas, retomar os papos do banco do campus, saber no que deu a vida de cada um... Se bem que, a tirar pelo número de amigos que encontrei, todos querem realizar o sonho de um emprego estável e bem remunerado. rs!
Parei pra falar com tanta gente que fui uma das últimas a entrar na sala, mesmo tendo chegado bem cedo ao colégio. Sim, cheguei cedo e tomei aqueeeeeeela chuva! rs! Mas pra ter um bom salário, tomar chuva é o mínimo, né?
Já na sala, assim que pude iniciar a prova, como de hábito, li logo o texto. Eu sempre passo o olho na prova toda, vou marcando o que tenho quase certeza e pulando as que preciso pensar. Mas dessa vez, o texto me conquistou. Gostei tanto que cacei e vou colocá-lo aqui. Cheguei a comentar com Tici que senti como se fosse um recado. Ela sentiu o mesmo.
Acho que o texto sacudiu todos aqueles que, como a gente, se cansaram dos meios termos. Talvez esse seja o ano em que sou mais intensa. E talvez vocês já tenham cansado de ler isso, mas é uma constatação que me diz muito. Espero que vocês gostem:
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas por fazer, mas não conseguem abraçar a tudo.
Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo ao muito duvidoso. Assim, uma companhia que lhe oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a uma dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.
Qual seria a resposta para você?
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Hoje aqui, amanhã não se sabe...
Nos dias nublados, lá estava eu acompanhando João Pedro no hospital. Ele tem intolerância a lactose e algumas vezes apresenta sangramento nas fezes; quando isso acontece precisamos interná-lo. Nessas duas últimas semanas, passamos longos dias no quartinho apertado e desconfortável no Hospital Salvador. Graças à Deus, agora ele está bem. Danado como sempre! rs!
Nos dias coloridos, tenho lido e estudado muito, aproveitado meu tempo maior de sono, ido com mais frequência à casa de minha tia comer coisas gostosas com Jô (e engordar tb!!!), tenho visto bosn filmes com Dani e sentido muito, mas muito a falta de Ana Pê por aqui... Vooooooooooolta, Miguxa!!!
São nesses dias cheios de tons que descubro que posso ser feliz com pouco, que tenho amigos maravilhosos, complicados mas, FIÉIS e uma família pra lá de maluca! rs! Me falta ainda dinheiro pra fazer tudo que gostaria: encher João Pedro de mimos, pegar um cineminha de vez em quando e estar mais na rua que em casa. Todo mundo sabe a minha preferência, né? rs! Rua sempre!
Enquanto minha alforria não chega, vou redescobrindo os encantos do meu quarto, a maciez da minha cama (rs!), o prazer de passar um dia inteiro lendo e fazendo o que eu QUERO FAZER. Nada de tarefas programadas. Sim, tem momentos em que quero adiar tudo pra amanhã, que a preguiça é maior que qualquer vontade aí.... às vezes me entrego! Outras não!!!! Me obrigo a levantar e sacodir a poeira. Afinal, esse não é o processo de quem quer dar a volta por cima???
Ana Pê, minha amiga fujona!!! Volteeeeeeeeee!
sábado, 17 de maio de 2008
A AMADA de Jorge.
Aqui na Bahia, em qualquer esquina há um traço da literatura de Jorge, em cada rua há dois ou três personagens de Jorge, o AMADO por todos.Em 2001 as cinzas de Jorge foram espalhadas no jardim da casa do Rio Vermelho e a sua AMADA então escreveu as memórias dessa vida. A doce vida ao lado do seu amado Jorge. Hoje, Zélia Gattai deitará ao teu lado, que a eternidade seja cúmplice desse lindo amor AMADO.

*Conheci Zélia Gattai quando li "Crônica de uma namorada". Pra mim ela é um exemplo de que inteligência nada ver a ver com a arrogância ou altivez.
Tenho certeza de que Jorge já não aguentava mais ficar lá encima sem ela.
** Texto escrito por Guto Chaves e revisado por mim, claro. Rs!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Estudando.... muito!!!!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Ócio e Perda.
Talvez, atualmente, eu faça isso pelo excesso de tempo livre que tenho. Vivo dizendo que todo dia pra mim é sábado. Que posso fazer tudo qualquer hora, inclusive responder por coisas de casa que antes não eram obrigações. O meu ócio não tem sido produtivo.
Eu leio menos, saio menos, me divirto menos, sou menos paciente e MAIS um monte de menos. rs! Sou mais em duas coisas: comer e dormir. Ave Maria! Se não dormir oito horas por noite, passo o dia cansada e sonolenta. E visito a geladeira toda vez que vou à cozinha.
Nesse meu marasmo, não programei nada pro feriado (novamente!) prolongado. Juntei-me a Dani e locamos uns filmes pra todos esses dias de descanso (???). Eu bem queria umas vinte comédias românticas, só pra me lembrar do quanto se pode ser feliz no amor. rs! Gosto de manter a esperança... quem sabe um dia a realidade muda, né? Mas pegamos gêneros varidos. Dos cinco filmes, indico 'Os donos da noite'. Adooooooooooooorei!!!
Antes que eu pudesse ver curtir toda minha programação cama-tv, recebi a triste notícia do falecimento de Anjinho, um amigo que o Mc Donald's me deixou de presente. Ele estava internado por conta da anemia falciforme e não resistiu a duas paradas cardíacas.
Custando a acreditar, vesti a primeira roupa que achei e fui ao velório no Jardim da Saudade. É curioso rever os amigos que se espalham por aí numa situação tão ruim quanto essa mas... c'est la vie! Chorei. Chorei. Chorei. Eu olhava o rostinho pálido dele ali e senti que ainda tínhamos tanto a viver... Lembrei das palavras dele numa das fases mais doloridas da minha vida, do conforto, do carinho, dele dizendo: "Minha Anja, vai dar tudo certo", da loucura dele encima da moto, do sonho ter uma fazenda cheia de cavalos no interior de Pernambuco...
Abraçada a Marcinho, ouvi a ceromônia batista. Muito bonita, por sinal. Totalmente diferente do formato arcaico católico. Os cânticos também eram bonitos e eu nunca tinha visto pessoas cantarem, emocionadas, no velório de alguém. No finzinho, a mãe dele chegou junto ao caixão e agradeceu por ele tê-la feito muito feliz... Foi doloroso pra mim. Que eu me lembre, esse é o primeiro grande amigo que vai morar com Papai do Céu. Espero que ele está bem lá encima. 
Fica a saudade. Nós dois sabemos como somos importantes e queridos um para o outro. Fica a vontade de estar mais presente na vida de todos aqueles que aprecio. De não adiar encontros, reuniões e farras. A última vez que vi Anjinho foi em dezembro de 2007.
*Fotos de um dos nossos encontros em outubro de 2006.